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A pesquisa orienta o feeling da pessoa decisora de negócios

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Ideafix há mais de 20 anos oferece o portfólio mais completo de pesquisas em Comunicação, Marketing e Recursos Humanos, orientando o feeling de diferentes gerações de decisores.

É verdade. Houve um tempo em que o sentimento da pessoa decisora de negócios era suficiente para as escolhas estratégicas da empresa, na maior parte das vezes com mais acertos do que erros.

Nesses idos, os mercados eram fechados à competição internacional; o número de concorrentes locais era restrito; o consumidor dispunha de pouca capacidade de informação e coordenação; recursos digitais? nem pensar! Quando muito, o consumidor contava com o boca-a-boca da vizinhança.

Esse estilo de liderança que confia nos seus próprios instintos para escolher os rumos foi desafiado de maneira crescente e incisiva pelas escolas de Administração e Comunicação nos anos recentes.

A pesquisa de mercado foi um dos instrumentos que ajudou a descontruir paulatinamente esse tipo de liderança baseada exclusivamente no feeling. Cada vez mais, passou a ficar comprovado que o sentimento sobre o mercado poderia estar equivocado.

O desconforto gerado com dados que destoavam da convicção da liderança renderia um belo livro de “causos”. Reações tipo: “quero saber como esses dados foram gerados”; “impossível, conheço o mercado com a palma das mãos”; “esse trabalho está errado!”. Para, logo em seguida, perceber que a pesquisa trazia um dado com método embasado que de fato traduzia os movimentos de mercado.

 

Queda do feeling e ascensão da pesquisa

Variados fatores explicam a derrocada do feeling: globalização de mercados, finanças e fluxos de comunicação; abertura de mercados fechados que, em muitos casos, foi traumática para empresas locais; acirramento da concorrência local; ganho de competências técnicas e informativas de consumidores cada vez mais inteligentes; mudanças drásticas em cadeias logísticas e de fornecimento; marcos regulatórios governamentais cada vez mais restritivos e atentos a agendas fundamentais como meio ambiente e direitos humanos…

Enfim, são verdadeiros movimentos de “placas tectônicas” para o mundo dos negócios. Nada ficou no lugar e o ritmo das mudanças continua a acelerar. A pesquisa entra nesse contexto como aliada de lideranças formadas sob uma nova perspectiva de gestão. Desde a formação universitária, inclusive, disciplinas de pesquisa mostram o valor dos dados orientados pelo método científico.

E a pesquisa sofreu o seu salto quântico com a digitalização, como analisamos recentemente (LINK PARA ARTIGO DE 02.5). Há algumas décadas a inteligência de negócios se consolida como atividade que inclui a pesquisa, mas também lida com os dados internos e externos das relações estabelecidas pela empresa que, como se depreende, quanto mais digitalizáveis se tornam, mais os “rastros” podem ser devidamente coletados, classificados, armazenados, analisados e disponibilizados em curto espaço de tempo.

As preocupações agora remetem à angústia sobre como “mineirar” esse verdadeiro “ouro” escondido nas bases de dados (o Big Data como sintoma), os dados das relações construídas e rastreáveis, dessa vez para alimentar sistemas de informação que, por sua vez, serão traduzidos em conhecimento pela experiência das pessoas decisoras.

Epa! Pera aí, então temos dado novo para refletir.

 

Ascensão de um novo feeling do decisor

Uma nova era reabre o valor do sentimento da liderança. Agora, o exercício diário é imaginar soluções criativas e inovadoras – geniais, como temos insistido em nossas mensagens – partindo do uso arraigado de dados transformados em informações.

Também é real que o número sozinho não traduz toda uma realidade. A visão experiente, orientada pelos dados, qualifica de forma única o emprego da informação nas escolhas estratégicas. É dessa junção entre informação e experiência que o conhecimento se constrói de forma poderosa.

Que o feeling seja bem-vindo ao jogo novamente. Não aquele sentimento prepotente de antes, que negava dados e evidências. E sim aquele que se abre ao universo da inteligência de negócios para oferecer um novo tipo de liderança nas empresas: a que imagina a partir dos dados gerados com métodos.

 

E você? Está em dia para se tornar uma liderança baseada em dados? 

Sempre há tempo. É só chamar que a equipe Ideafix está a postos para ajudar.

Manda um WhatsApp!

 

Fabiana Silva
Head Comercial e Marketing