Três modelos de CI: tática, consultiva e influenciadora

Três modelos de CI: tática, consultiva e influenciadora

Suzel Figueiredo

Nos cursos, consultorias e workshops que tenho a oportunidade de tratar de modelo de Comunicação Interna, vejo a ansiedade dos profissionais em construir uma área reconhecida. Há anos escuto que a Comunicação Interna deve ser estratégica, mas em raros casos encontrei uma área com esse posicionamento.
Ser uma área estratégica significa ter a capacidade de influenciar o negócio, inclui ter assento nas reuniões do Comitê Executivo e discutir de igual para igual com os pares do Marketing, da Operação, do Comercial e da Comunicação Externa.
O que observo no mercado, em algumas empresas com áreas de Comunicação Interna mais estruturadas, é uma orientação estratégica da Comunicação Interna, ou seja, fazer conexões dos conteúdos e mensagens-chave com a estratégia do negócio.

Vejo claramente três modelos. Faz sentido para você?

Área prestadora de serviços – é tática. Atua com clientes internos, atendendo demandas das áreas. Não tem um planejamento estruturado, tampouco sistemas de gestão e controle. Deseja medir canais e campanhas.

Área com foco na estratégia – é consultiva. Tem seu próprio planejamento inspirado na estratégia do negócio. Também atende demandas das áreas, com regras e padrões de alinhamento. Deseja medir o alinhamento com a estratégia.

Área estratégica – é influenciadora. Identifica oportunidades de negócio e é propositiva. Faz conexões entre a Comunicação Interna e vendas, CI e reputação, CI e produtividade. Tem planejamento robusto, com objetivos, metas e métricas. Deseja medir o impacto da CI no negócio.

Você identifica algum outro modelo? Compartilha com a gente.

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